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Revista Inominável

A revista para lá da blogosfera!

Qua | 08.02.17

Editorial #6

Inominável
Pêra-doce era a expressão utilizada por um meu professor de Física quando depois de encher o quadro com fórmulas e setas e gatafunhos que só ele entendia, ao finalizar a explanação de uma qualquer tenebrosa questão científica, rematava, acompanhado de um rasgado sorriso: como vêem, pêra-doce. Lembro-me muitas vezes dele quando me perguntam pela Inominável pois, bastas vezes, apetece-me resumir tudo na mesma expressão: pêra-doce.   Não, fazer uma revista não é fácil e (...)
Ter | 10.01.17

Editorial #5

Inominável
Quem me conhece sabe que sofro de optimismo crónico. Mesmo quando tudo parece já não ter solução – o que acontece mais vezes do que seria desejável – ultrapasso com relativa facilidade a fase do desta-vez-não-há-nada-a-fazer para o vamos-lá-dar-a-volta-a-isto. Claro que tenho de me adaptar, criar novos objectivos (ou moldar aqueles a que me propus), encontrar caminhos diferentes mas, acima de tudo, não baixar os braços mantendo viva a esperança. Felizmente, há mais quem (...)
Sex | 15.04.16

Editorial Nº 3

Inominável
  Abril, águas mil e é bem verdade. Mas não seja por aí, que queremos celebrar a Primavera e não deixaremos de o fazer, mesmo que para isso tenhamos de sair à rua de galochas. Entre morangos e blazers amarelos, a Primavera chegou à Inominável e nada nos pode parar. Até o Rei Bacalhau se rendeu à agricultura e aos prazeres da Natureza, imagine-se! E (...)
Qua | 17.02.16

Editorial nº 2

Inominável
  All You Need Is Love   Enquanto me preparava para escrever este texto, parecia que tudo o que lia, ou ouvia, as pessoas com quem me cruzava, as palavras que escolhia, me falavam de Amor. É natural. A mente humana tem a capacidade de nos alertar, mesmo que inconscientemente, para o que procuramos, ou precisamos ver, quando estamos concentrados numa determinada questão. Deixo aqui apenas (...)
Sex | 11.12.15

Editorial nº 1

Inominável
Quando era criança, um dos passeios desta época era “ir ver as luzes de Natal”. Escolhida a noite – se fosse de todo impossível ir logo na primeira – e acabado o jantar, vestiam-se os casacos (e as luvas e os gorros e os cachecóis, mesmo que o frio ainda não nos mordesse a pele) e era ver pai, mãe, avó - se para aí (...)