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Revista Inominável

A revista para lá da blogosfera!

Qua | 22.08.18

Viagens | Praias do Coração #3

Inominável
(continuação) Mylopótas (Ios, Cíclades, Grécia) A ilha de Ios é conhecida sobretudo pela sua animação – assim uma espécie de Ibiza à moda grega – e por esta fantástica praia: um quarto minguante de areia clara desdobrando-se por mais de um quilómetro de comprimento, com um mar tranquilo de cor esmeralda enchendo a paisagem até ao horizonte. A (...)
Ter | 21.08.18

Viagens | Praias do Coração #2

Inominável
(continuação)   Foz do Arelho (Caldas da Rainha, Portugal) Uma das praias da minha infância, a Foz do Arelho é assim uma espécie de praia bipolar: de um lado o Atlântico, com a ondulação forte típica da zona Oeste; do outro a Lagoa de Óbidos, que na minha meninice era quase uma piscina mas agora, depois de desassoreada, tem água do mar com fartura. (...)
Seg | 20.08.18

Viagens | Praias do Coração #1

Inominável
Eu sei, eu sei… O Verão já vai a meio e o mês de Julho foi o menos quente dos últimos 30 anos (ou qualquer coisa assim) mas mesmo assim quem não gosta desta época já anda a queixar-se de calor a mais, e agora estamos em Agosto e quase todo o mundo está neste momento de férias, ou pelo menos já as planeou. Mas para mim todas as alturas são boas para falar de praias, e hoje estou para aqui virada, por isso apeteceu-me fazer uma lista das praias que ficaram e estão para sempre (...)
Qui | 21.06.18

Viagens | No Comboio Histórico do Douro #4

Inominável
(parte #3) Enquanto a locomotiva é separada das carruagens e decorrem as manobras para a colocar na outra extremidade do comboio, temos tempo de sobra para ir comer qualquer coisa no café junto à estação ou visitar a mostra de produtos regionais especialmente preparada para quem faz esta viagem, numa sala onde estão (...)
Qua | 20.06.18

Viagens | No Comboio Histórico do Douro #3

Inominável
(parte #2) Na paragem de 10 minutos no Pinhão a carruagem é invadida por um volumoso grupo de excursionistas seniores – percebemos agora porque é que estava tão vazia, e percebemos também que se acabou a tranquilidade, mais ainda quando os cantantes de serviço decidem durante prolongados minutos assentar arraiais no (já de si exíguo) espaço (...)