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Revista Inominável

A revista para lá da blogosfera!

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Publicado em Inominável nº 13

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Carolina Deslandes, uma das maiores artistas da atual geração de cantores e compositores portugueses, tornou-se conhecida através da sua participação no programa Ídolos, onde alcançou o terceiro lugar.

No entanto, o facto de não ter sido vencedora não foi impedimento para desistir da música, trilhando um percurso sólido no mundo da música em Portugal, conquistando o público e tornando-se, ela própria, uma referência para futuros artistas.

Talento, criatividade, versatilidade e determinação são qualidades que não faltam a Carolina Deslandes.

Carolina Deslandes1.jpg

Aos 15 anos, já Carolina se juntava com alguns amigos e começava a fazer refrões de hip hop e a tocar em vários bares na zona de Lisboa.

Mas foi em 2012, depois de estudar na London Music School, que Carolina Deslandes lançou o seu álbum de estreia homónimo, de onde saiu o single "Não É Verdade", o primeiro a chegar às grandes rádios nacionais.

E se a música faz parte da sua vida, a escrita também tem o seu lugar tendo apresentado, em 2015, "Isto Não É Um Livro", um projeto que, como a própria afirmou, contém "histórias que vivi, que imaginei ou que me foram contadas por alguém e eu decidi escrevê-las com medo que se perdessem para sempre na correria do mundo".

Já "Blossom", o segundo álbum da artista, foi editado em 2016, com o dueto com Agir no tema "Mountains" a destacar-se, com mais de 11 milhões de visualizações. "Carousel" foi outro dos temas extraídos do álbum a fazer sucesso entre o público, bem como "Heaven", que fez parte da banda sonora da série "Massa Fresca".

Ainda em 2016, Carolina decidiu fazer uma pausa na música para se dedicar à maternidade. Mas nem por isso caiu no esquecimento, tendo criado o blogue "A Vida Toda" que venceu, na edição de 2017 Blogs do Ano, o prémio Blog Revelação.

Carolina Deslandes3.jpg

"A Vida Toda" é também o título do primeiro single do novo álbum de Carolina, uma canção intemporal que tocou o país pela sensibilidade, simplicidade e entrega com que Carolina Deslandes canta e ilustra o amor, e que a levou a sagrar-se vencedora, na categoria de música, dos prémios Personalidade do Ano atribuídos pela revista Lux.

Este ano Carolina Deslandes abraça uma nova etapa na sua carreira, acompanhada pela Sons em Trânsito no management e agenciamento, com o lançamento do seu terceiro álbum "Casa" pela Universal Music Portugal e marcando assim o seu regresso à música.

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Publicado em Inominável nº 13

por Marta Segão, autora do blog Marta O meu canto e participante no blog Clube de gatos

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Considero-me uma noiva pouco exigente. Não exijo nada aos meus pais, nem aos meus padrinhos, nem sequer sou picuinhas com a roupa dos meninos das alianças e muito menos exigente sou com os convidados. No entanto, nestas andanças de casamento têm-me testado - coisas de amigos - sobre como reagiria a possíveis comportamentos dos convidados, e assim tenho dado por mim a perceber que existe uma espécie de livro de etiquetas para os convidados de um casamento. Possivelmente, um livro que nunca ninguém viu, mas que toda a gente conhece. Partilho com vocês algumas regras que até à data desconhecia:

Nunca ir de branco a um casamento - aparentemente, esta é uma regra extremamente importante do dress code dos convidados para irem a um casamento. Ora aí está algo que pouco me importa (mas que ao noivo talvez já faça alguma diferença). Pelos vistos é altamente insultuoso para a noiva um convidado surgir vestido de branco; para mim pouco me importa, sei que serei o centro das atenções (o que por acaso me deixa um nadinha receosa) e que nem prestarei muita atenção ao que cada um dos convidados traz vestido. Não sou pessoa de dar atenção a esses pormenores, quanto mais valorizá-los!

Atenção ao álcool - acho que este será um dos pontos mais difíceis de controlar na festa. Qual é o casamento que não tem aquele amigo mais bêbado no final da noite, ou aquele tio que nunca dança e até agora não parou? Pois… Os convidados deveriam ter um nadinha de cuidado no comportamento que o álcool desperta ou ter um bocadinho de controlo, o que raramente acontece; mas também verdade seja dita, qual é a única vez na vida em que têm acesso livre a álcool sem terem de pagar por isso? Vá, por um lado até compreendo…

Responder aos convites atempadamente - esta toda a gente deveria saber, mas que acho pouco provável tal coisa acontecer, acho. Aposto com vocês que depois da data ainda vou andar a ligar para familiares e amigos a pedir a confirmação da presença na festa. Já por isso antecipámos algum tempo no convite a data de confirmação.

Não se despedir dos noivos antes de sair - Huuum… Admito que já o tentei fazer e apenas por uma razão: os noivos estão tão ocupados que se torna complicado. Mas vá, esta realmente é uma boa regra de etiqueta, é normal que os noivos queiram que as pessoas se despeçam deles, nem que seja para receber um abraço.

Armar-se em paparazzi - OH NÃO! Já consigo contar pelos dedos das mãos as pessoas que vão andar com o telemóvel a tirar fotografias a tudo e mais alguma coisa! Só não sabia é que este item já fazia parte das regras de etiqueta de um convidado o que, vamos admitir, devia estar expresso no senso comum de cada pessoa. Já estou a imaginar-me a entrar na igreja e ter pelo menos três pessoas de telemóvel ao alto para me fotografarem!

Volto a dizer, eu nem sou exigente, mas a verdade é que acho que muitas destas regras de etiqueta se prendem com um valor habitual que é o senso comum, que pelos vistos está a cair em desuso e a entrar em vias de extinção. Espero realmente que os meus convidados saibam usá-lo, e conhecendo como os conheço acredito que sim, tirando um ou outro. No entanto, se não souberem não estou minimamente preocupada, sou uma noiva bastante relaxada!

E vocês, cumprem estas regras de etiqueta quando vão a casamentos?

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Publicado em Inominável nº 13

por Just Smile, autora do blog Just Smile

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#13 saúde foto 2.jpeg

Todos nós nos sentimos mal quando não dormimos bem, mas quase todos devemos horas à cama, o que se vai refletir no nosso quotidiano, a curto ou a longo prazo.

Quando falamos de sono, a nossa herança genética desempenha um papel importante e pode prejudicar a qualidade do mesmo. Como eu costumo dizer, só devíamos herdar o bom, mas isto está muito longe da verdade. Sabe-se que os genes associados ao tamanho da língua ou aos padrões de distribuição de peso podem levar à apneia do sono. Também a síndrome das pernas inquietas e a narcolepsia, dois distúrbios do sono, podem estar ligadas aos nossos genes.

Contudo, no que se refere ao sono os genes não são os principais culpados e são vários os estudos científicos que “culpam” o estilo de vida das sociedades ocidentais pela má qualidade de sono instalada nas mesmas.

Existem mais de 100 doenças que podem estar relacionadas com o sono. Entre elas estão a obesidade, a diabetes, a depressão, a ansiedade, a hipertensão arterial, e o aumento de risco de enfarte e Acidente Vascular Cerebral (AVC).

O sono possui uma função biológica crucial. O que é que acontece se andarmos, por exemplo, muito stressados e numa tensão enorme com as múltiplas tarefas que temos para fazer no dia-a-dia? Neste caso pode aumentar o cortisol (hormona corticosteroide diretamente envolvida na resposta ao stress), o que faz com que diminua a segregação de serotonina, um neurotransmissor de bem-estar e percursor da melatonina (a conhecida “hormona do sono”). A consequência de tudo isto é um aumento dos estados depressivos e uma pior qualidade do sono, o que leva normalmente a uma sensação de cansaço e letargia durante o dia. Além de tudo isto, a privação de sono vai deteriorando a capacidade de aprendizagem, a memória e a concentração. Este processo acontece mas às vezes é lento, o que pode fazer com que se desvalorize e não se consiga agir em tempo útil para atenuar os efeitos dessa privação.

 

O QUE DEVEMOS FAZER PARA DORMIR MAIS E MELHOR? 

  • Oito horas de sono é o recomendado pela OMS (Organização Mundial de Saúde), mas nem todos precisamos de dormir o mesmo número de horas...
  • Fazer uma alimentação equilibrada, rica em proteínas e pobre em gorduras e açúcares. Alguns alimentos são fontes de melatonina, podendo induzir o sono, como é o exemplo das nozes e das bananas.
  • Evitar o tabaco, o álcool e bebidas com cafeína antes de ir para a cama. Algumas infusões (camomila, passiflora) têm um efeito relaxante, ajudando a um sono mais tranquilo.
  • Praticar uma atividade física regular, evitando desportos intensos no período da noite.
  • Manter a temperatura da casa entre os 16 e os 22 graus Celsius.
  • Libertar o quarto de aparelhos eletrónicos (tablet, computador, telemóvel...). A luz destes aparelhos suprime a produção de melatonina.
  • Realizar atividades relaxantes antes de ir dormir, como ler um livro, conversar, ouvir música ou algo que seja uma fonte de bem-estar para a pessoa em causa.
  • Manter o quarto com um ambiente tranquilo e arrumado, indicando que aquele é o local ideal para ter um sono de qualidade. Algumas pessoas gostam de utilizar ambientadores ou velas à base de alfazema ou lavanda, que podem ajudar a “compor” este ambiente relaxante.
  • Tentar ir para a cama sempre à mesma hora pode a ajudar a regular o sono.

#13 saúde foto 1.jpeg

Se sofre de transtorno do sono de ritmo circadiano (jet lag de viagens ou turnos de trabalho), peça ajuda para regular o sono da forma mais eficaz e com menos prejuízos para a saúde.

Dormir não é perder tempo, pois o sono é fundamental para a vida. Se dormirmos bem, teremos uma maior produtividade e rendimento, tanto na vida pessoal como profissional. Dormir bem torna-nos mais produtivos, mais seguros, com mais humor e com inúmeras melhorias em termos de saúde.

Se sabe que dorme mal, em quantidade e em qualidade, faça alguma coisa para mudar esse estado! Se não conseguir sozinho, com as medidas básicas que referi anteriormente, peça ajuda ao médico! Lembre-se de que a grande maioria dos problemas de sono podem ser tratados!

Bons sonhos!

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Publicado em Inominável nº 13

por Margarida de Sá, autora do blog Dicas de Farmacêutica

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Baltazar imagem nova.jpg

 

Vocês já ouviram a história do lenhador e sua mulher pobre? 
Viviam felizes na sua miséria, no campo, mas sem filhos. 
O silêncio nas horas claras comia suas palavras, sua alegria.
Desejavam o campo fértil mas colhiam apenas pedras mudas.

 

Um dia encontraram à margem do lago 
uma criança bem pequena abandonada.
Chorava de fome, era linda, uma menina
tão pequena, desamparada ali deixada.

 

A mulher e o lenhador se encantaram,
para longe da margem do lago a levaram.
Cuidaram, alimentaram, vestiram seu corpo
com a mesma pobreza que dividiam
para vê-la crescer em formosura 
até que um dia...

 

A criança tornou-se essa jovem linda 
e no meio de um mistério disse que faria 
para a miséria do casal um belo vestido.
Como assim?
Costurar nada em nada não daria 
ao corpo o que cobrir
além de um véu de nuvem para o rosto.

 

O lenhador e sua mulher ouviram
da filha crescida a estranha condição:
Vocês não podem ver o acontecer, 
devo costurar longe dos seus olhos
e por nenhuma razão vejam como faço 
o que faço - cabisbaixa ela lhes dizia.

Assim os pais aceitaram sem acreditar 
que no dia seguinte ao estranho acordo 
veriam a casa cheia de roupas novas
e, para maior surpresa, feitas de ouro. 
Assim se deu, conforme se contou. 
A moça escondeu-se, teceu, cortou 
e costurou impressionantes vestimentas.

 

A alegria não podia ter fim.
Estamos ricos! dizia o lenhador à sua pobre mulher.
Nossa filha tece fios de ouro 
e faz roupas tão lindas que poderiam ser vendidas
além do lago, na outra margem muitos nos veriam, 
seríamos admirados, temos ouro mas nada de fartura.
Trocaremos algumas peças por comida,
outras por uma casa 'bem mais maior', 
então teremos a filha, as roupas 
e tudo que os outros não têm.

 

Até ali pensavam satisfeitos nunca observar 
de onde vinham os fios da magia.
Mas, como tudo que abastece parece
pedir razão que sustente o medo de não durar,
o casal decidiu espiar a jovem escondida 
esquecida em si mesma a tecer o nada ao nada 
criando o que em nenhum lugar havia.

 

Assim olharam o que não deviam 
esquecidos do acordo feito um dia.
No mesmo instante que viram
no puro silêncio a jovem que tecia
tudo se desfez 
com a mesma voracidade
com que a fome os comia. 

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Publicado em Inominável nº 13

por Baltazar autor do blog Depois eu conta | BRASIL

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Malik imagem nova.jpg

Sinto-me vazio

talvez seja inverno

fui à janela, espreitei, mas não consegui perceber,

a solidão está a doer

como o calor do inferno

e eu sinto frio, muito frio...

 

Preciso talvez de viajar

mas não da forma que tenho vindo a fazer,

desta vez saindo mesmo do lugar

partir sem pensar em voltar

nenhum destino a alcançar

deixar a vida acontecer...

 

Não, não estou a divagar,

preciso apenas de me levantar, de me erguer

e sair...

perdendo-me... poder-me-ei encontrar...

 

Sinto-me vazio...

Está frio, muito frio...

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 Publicado em Inominável nº 13

por Malik autor do blog Malik, uma outra forma de poesia | PORTUGAL

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(parte #6)

O Lago

O grande lago dos jardins de Kew foi criado em 1856 numa área que estava a ser escavada para se obter cascalho para aplicar no solo da Estufa Temperada. Foram depois abertos túneis subterrâneos para ligar o lago ao rio Tamisa, que passa ali ao lado, e em 1861 ficou finalmente cheio. Com o cascalho que sobrou foram construídas quatro ilhas dentro do lago, agora cobertas com um tipo de vegetação que traz ao local notas de cor vibrantes, sobretudo no Outono.

(ver galeria)

Os bancos de madeira

Tal como noutros jardins londrinos, os bancos de madeira dos Kew Gardens são todos idênticos e seguem um modelo tradicional (e mais popular ainda por ser o leitmotiv da cena final do filme “Notting Hill” – lembram-se?). A maioria destes bancos ostentam uma placa de metal com uma dedicatória – patrocinar um banco nos jardins de Kew é uma forma única de assinalar uma data especial ou comemorar a vida de um ente querido.

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Publicado em Inominável nº 13

por Ana CB autora do blog Viajar. Porque sim

 

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(parte #5)

O Lago dos Nenúfares

Este é um dos lugares mais tranquilos do parque. Quando os nenúfares estão em flor faz lembrar um autêntico quadro de Monet. Nas margens passeiam galinhas d’água e engraçadíssimos galeirões, e os bancos estrategicamente colocados convidam ao descanso.

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O Palácio

O edifício mais antigo que se encontra nos Kew Gardens data de 1631 e serviu mais tarde como residência de Verão para o Rei Jorge III (que ficou conhecido como “o ei louco que perdeu a América”), a sua mulher e os seus 15 filhos. Pertence ao grupo dos Palácios Reais Históricos.

15 Kew Gardens Palácio.JPG

A Orangery

Tal como o nome sugere, a Orangery foi concebida como estufa para o cultivo de citrinos, mas depois foi transformada para abrigar outras plantas de grande porte e mais tarde funcionou como museu onde eram exibidas madeiras de vários tipos. É actualmente um restaurante, e o único edifício concebido como estufa por Sir William Chambers (séc. XVIII) que sobreviveu até aos nossos dias.

14 Kew Gardens Orangery.JPG

O Templo do Rei Guilherme

Construído em 1837 para a Rainha Vitória e situado no Jardim Mediterrâneo, este templo foi erigido em memória do Rei Guilherme IV (de quem Vitória herdou o trono do Reino Unido). Teve inicialmente o pomposo nome de Templo do Prestígio Militar, e os seus pórticos de inspiração toscana ostentam placas de metal que comemoram as vitórias militares britânicas entre 1760 e 1815.

16 Kew Gardens Templo do Rei Guilherme.JPG

O Templo de Bellona

Este é mais um edifício construído em honra das artes militares: Bellona era a deusa romana da guerra. Foi também concebido por Sir William Chambers, em 1760.

17 Kew Gardens Templo de Bellona (1).JPG

(continua)

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Publicado em Inominável nº 13

por Ana CB autora do blog Viajar. Porque sim

 

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(parte #4)

O Arboretum

Os Kew Gardens têm no seu Arboretum uma livraria viva cujo número de árvores supera as 14.000 – algumas delas datando do séc. XVIII – representando mais de 2.000 espécies diferentes (incluindo variedades raras e antigas). Explorar este Arboretum é ter uma rápida visão da beleza e diversidade das florestas que existem no nosso planeta, com as suas paisagens fantasticamente mutantes consoante a época do ano.

 (ver galeria)

 

 

O Passadiço (Treetop Walkway)

No meio do Arboretum, entre a Estufa Temperada e o lago e 18 metros acima do solo, serpenteando por entre as árvores ergue-se um moderno passadiço de metal de onde temos vistas belíssimas sobre o jardim. Passear ao nível das copas das árvores é uma experiência invulgar e absolutamente recomendável. O piso é de grade e permite que se veja o chão lá em baixo, e as colunas de aço enferrujado que o suportam misturam-se com o ambiente natural. Concebido pelo mesmo gabinete de arquitectura que desenhou o London Eye (Mark Barfield Architects), a sua estrutura é baseada numa sequência numérica de Fibonacci, em consonância com a Natureza, onde esta mesma sequência é frequentemente encontrada nos padrões de crescimento.

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(continua)

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Publicado em Inominável nº 13

por Ana CB autora do blog Viajar. Porque sim

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