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Revista Inominável

A revista para lá da blogosfera!

(parte #3)

O Jardim de Bambu

Em 1891, quando este jardim foi criado, continha 40 espécies de bambu originárias essencialmente do Japão. Hoje tem cerca de 1200, vindas também da China, dos Himalaias e das Américas. Como algumas destas espécies crescem rapidamente e são muito invasivas, estão contidas entre pesadas barreiras de material plástico.

08 Kew Gardens  jardim bambu.JPG

A Casa Minka

No Jardim de Bambu encontramos também uma casa tradicional das quintas japonesas. Originária da região de Okazaki, no sul do Japão, está colocada sobre uma base de grandes lajes – as minkas não tinham fundações de cimento, para permitir a sua flexibilidade na ocorrência de um terramoto. Com uma estrutura feita de troncos de pinheiro atados com cordas, foi construída sem pregos e os seus diversos elementos estão unidos por um sistema de juntas. Até meados do séc. XX, nos ambientes rurais, a maioria das pessoas vivia em casas deste tipo (minka significa literalmente “casa de pessoas”).

09 Kew Gardens Casa Minka.JPG

O Portão Japonês (Japanese Gateway)

O Chokushi-Mon (que significa “Portão do Mensageiro Imperial”) é uma réplica à escala de quatro quintos do Portão de Nishi Hongan-ji em Quioto, no Japão. Foi criado para a exposição nipo-britânica que teve lugar em Londres em 1910 e depois reconstruído nos jardins de Kew. Construído no estilo rococó japonês (Momayama), a madeira foi primorosamente trabalhada em relevo com flores e animais estilizados.

Em volta deste Portão foi concebido em 1996 um jardim japonês adaptando os estilos de jardim do período Momayama: caminhos desenhados entre lanternas japonesas, bacias de água gotejante, gravilha e grandes pedras, rododendros e anémonas japonesas.

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(continua)

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Publicado em Inominável nº 13

por Ana CB autora do blog Viajar. Porque sim

 

 

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(parte #2)

A Estufa Temperada (Temperate House)

A maior estufa vitoriana actualmente existente abrange uma área de quase 5 mil metros quadrados e atinge 19 metros de altura. Foi criada em 1860 também por Decimus Burton e abriga uma importante colecção de plantas que se  encontram nas regiões temperadas do nosso planeta.

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O Pagode Chinês (Great Pagoda)

Este Pagode foi concebido por Sir William Chambers e a sua construção terminou em 1762. É uma torre octogonal com dez andares distribuídos por 50 metros de altura, cada nível sendo 30 cm mais estreito do que o imediatamente abaixo. Apesar de ignorar uma regra básica dos pagodes chineses (que têm sempre um número ímpar de níveis), foi na altura a reprodução mais fiel de um edifício chinês na Europa – tão invulgar que muita gente pensou que não iria conseguir manter-se de pé.

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(continua)

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Publicado em Inominável nº 13

por Ana CB autora do blog Viajar. Porque sim

 

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(parte #1)

A Estufa das Palmeiras (Palm House)

É considerada a estrutura vitoriana de ferro e vidro ainda existente mais importante do mundo. Foi desenhada por Decimus Burton e projectada por Richard Turner para abrigar as palmeiras exóticas trazidas para Inglaterra de outros pontos do globo. Foi a primeira vez que se usaram estruturas de ferro forjado tão amplas sem estarem apoiadas em colunas, e possui 16.000 vidraças.

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O Aquário Marinho

Alojado no subsolo da Palm House, este aquário recria quatro grandes habitats marinhos, ilustrando a importância das plantas nestes ambientes. Mas as “estrelas da companhia” são mesmo os peixes e outros habitantes das águas, como os cavalos-marinhos ou as engraçadas enguias-de-jardim.

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O Lago da Palm House

A escultura que vemos no lago perto da Palm House representa Hércules a lutar com o deus-rio Aqueloo. Foi executada em 1826 a pedido do Rei Jorge IV, mas só foi instalada em Kew em 1963 – antes disso, ocupou o terraço leste do Castelo de Windsor.

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(continua)

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Publicado em Inominável nº 13

por Ana CB autora do blog Viajar. Porque sim

 

 

 

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Os maravilhosos Jardins Botânicos Reais de Kew, na periferia de Londres, são uma das maiores atracções turísticas da capital inglesa, e o seu valor como paisagem histórica é tão grande que estão desde 2003 classificados como Património Mundial pela Unesco.

17 Kew Gardens Templo de Bellona (2).jpg

Criados em 1759 pela Princesa Augusta, os Kew Gardens ilustram de forma ímpar os períodos característicos da arte paisagística dos séculos XVIII a XX, com ambientes criados por arquitectos paisagistas de renome internacional e reflectindo as tendências artísticas da Europa e de regiões mais distantes. Os jardins têm também estado, desde o princípio, intimamente ligados às mudanças científicas ocorridas ao longo dos tempos nas áreas da botânica e da ecologia, contribuindo de forma muito significativa e ininterrupta para a conservação biológica, nomeadamente através do seu banco de sementes, o “Kew’s Millennium Seed Bank”, que já conta com mais de 36 mil espécies de plantas selvagens. E como se isto não bastasse, são também a casa de extensas e variadas colecções: um herbário com mais de sete milhões de espécies conservadas, plantas vivas em número superior a 30 mil, e uma biblioteca com mais de 750 mil volumes e 175 mil desenhos e ilustrações de plantas.

Kew Gardens mapa 2017_001.png

Ocupando uma área de 1,21 Km2, os jardins oferecem uma grande diversidade de paisagens e atracções e são precisas várias horas para os visitar – e não fossem as dores nos pés e o cansaço, nem daríamos por elas passarem…!

Venham comigo conhecer alguns dos lugares mais emblemáticos dos Kew Gardens.

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(continua)

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Publicado em Inominável nº 13

por Ana CB autora do blog Viajar. Porque sim

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Conheces uma associação ou organização, sem fins lucrativos, que achas que merece ser publicitada?

Envia-nos um email para inominavel.geral@gmail.com ou deixa a tua sugestão nos comentários.
Contamos contigo!

 

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(continuação)

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O que devemos fazer? O que podemos explorar, dentro das condicionantes apresentadas, para fazer boas fotografias? A imaginação é sempre fundamental. Usar as condicionantes a nosso favor também. Se estiver um dia soalheiro podemos esperar pelo final da tarde e conseguir umas cores bem quentes, alaranjadas.

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 14Se for um dia mais escuro, podemos aproveitar o lusco-fusco de forma a obter uma composição mais fria.

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#13 H2.jpgEm dias chuvosos, a quantidade de água na pista pode criar belos efeitos quer nas aterragens, quer nas descolagens.

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Se a fotografia aeronáutica vos interessar, podem informar-se sobre alguns aviões que têm a parte inferior (barriga) com pinturas, títulos, bandeiras, etc… Vão para a cidade, informem-se das zonas onde os aviões passam a baixa altitude e fotografem.

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No caso dos aviões a hélices é importante fotografar com velocidades mais baixas, em detrimento de congelar rapidamente o motivo. Porquê? Porque não faz sentido ter o avião no ar e, na imagem, as hélices aparentarem estar paradas. É preciso criar a ideia de que as hélices estão em movimento. Há que garantir um bom foco, sem oscilações da câmara, para não desfocar.

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Ou sejam audazes. Disparem sem pensar nas regras. Por vezes o resultado é surpreendente.

Usem a vossa criatividade, e já sabem, boas fotos!

 

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Publicado em Inominável nº 13

por Gil Cardoso autor do blog Gil Cardoso

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Todos temos os nossos hobbies. Eu, como sabem, gosto de fotografia. Também gosto de aviões. Gosto de fotografar aviões ou, numa linguagem mais técnica, gosto de registar aeronaves.

Mas, fotografar um avião (vamos manter o termo mais popular e tradicional), tem alguns aspetos que devemos ter em conta.

Um avião, na aterragem, circula a velocidades na ordem dos 120 knots (qualquer coisa como 220km/h) e devemos garantir velocidades de obturação aceitáveis, de forma a congelar rapidamente o motivo. No caso de ser um avião a props (hélices), devemos fotografar a velocidade 1/125 segundos ou ainda mais lenta. Mas deixemos os props lá para a frente.

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No ar ou no solo, o avião deve ser fotografado com a luz a incidir sobre a fuselagem, e nunca com a luz de frente para câmara. O fotógrafo deve ter as costas voltadas para o sol.

Enorme, o avião tem uma forma redonda e terá sempre zonas mais sombrias do que outras. É muito comum, ao fotografá-lo, surgirem reflexos na fuselagem que podem arruinar as fotografias: a sua forma tubular, as janelas e a parte frontal das asas. A juntar a estes elementos, uma grande parte das companhias aéreas usa o branco como cor predominante. Tudo está contra o fotógrafo de aviões, que tem apenas 2 ou 3 segundos para captar a aeronave durante a aterragem. Tem de calcular o melhor ângulo, o melhor enquadramento, e a forma de contornar as condicionantes referidas.

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Com o avião no solo, há outros fatores a considerar: aviões em segundo plano, edifícios, material de handling, etc. Alguns até podem ajudar a criar composições interessantes, mas na sua maioria estragam o trabalho. Na comunidade dos entusiastas aeronáuticos, são referidos como “o lixo” da fotografia.

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A distorção térmica pode também arruinar por completo as fotografias. Ondas de calor libertadas pelo solo, aliadas à distância do avião, provocam um efeito sobre os detalhes que arruína a fotografia.

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 (continua)

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Publicado em Inominável nº 13

por Gil Cardoso autor do blog Gil Cardoso

 

 

 

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(continuação)

 

Procedimento para realizar a compostagem

  • Os resíduos de cozinha e resíduos de jardim devem ser adicionados em idênticas proporções. No entanto, no Verão a quantidade de resíduos de jardim deverá ser maior do que a dos resíduos de cozinha, e no Inverno deverá ser o oposto. Os resíduos devem ser bem misturados.
 
  • De vez em quando poder-se-á espalhar no composto ossos triturados ou cal em pó. Uma colher cheia de cada, uma vez por mês, é suficiente.
 
  • Regue cada camada de forma a manter um teor de humidade adequado.
 
  • Repita este processo até obter cerca de 1 m de altura ou encher o contentor. As camadas podem ser adicionadas todas de uma vez ou à medida que os materiais vão ficando disponíveis.
 
  • A última camada a adicionar deve ser sempre rica em feno, palha, aparas, folhas ou erva seca, para diminuir os problemas de odores e a proliferação de insectos e outros animais indesejáveis.
 

 


Factores que afectam a compostagem

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Ar - O revolvimento da pilha de compostagem é imprescindível, para que a matéria orgânica seja decomposta. Uma das formas de arejar é remexer os materiais com uma forqueta de arejamento ou com um ancinho; remexer a pilha é também importante para a compostagem, uma vez que promove a mistura dos diferentes materiais.

É difícil definir com exactidão a calendarização da periodicidade com que a matéria orgânica deve ser remexida, na medida em que depende de inúmeros factores, como sejam a dimensão do conjunto e tipo e quantidade de materiais adicionados; no entanto, aconselha-se o revolvimento 2 a 3 vezes por semana em dias alternados. Ao arejar, os cheiros serão eliminados e o processo de decomposição será acelerado.

 

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Humidade - Os microrganismos que decompõem a matéria orgânica necessitam de humidade (nem em falta, nem em excesso) para se movimentarem e decompor os materiais. Uma forma simples de a testar é retirar um pouco dos materiais presentes e apertá-los na mão; se a humidade for a ideal devem escorrer por entre os dedos algumas partículas de água.

Se o conjunto a decompor se tornar muito seco, a actividade será reduzida e poderá até parar. Neste caso dever-se-á adicionar água, com o auxílio de um regador, à medida que se vai revolvendo os materiais de modo a assegurar a distribuição homogénea da água. Se, pelo contrário, se tornar demasiado húmida, poderá desenvolver mau cheiro (ovos podres), sendo necessário arejar regularmente para que se verifique evaporação ou juntar mais resíduos secos, que irão absorver a água em excesso.

 

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Temperatura - A temperatura existente na compostagem é o resultado do trabalho dos micro-organismos. São desejáveis temperaturas de 55 ºC. Com valores muito elevados a temperatura passa a ter um efeito inverso sobre os micro-organismos, retardando ou até mesmo eliminando a actividade microbiana. No entanto, se não se atingirem valores próximos do referenciado não haverá problema, pois o trabalho dos micro-organismos também se processa em ambiente mais fresco.

Em termos de localização tudo depende, como referido inicialmente, de existir ou não muito espaço disponível. O ideal será colocar esta “estrutura produtiva” num local de fácil acesso, mas simultaneamente devidamente resguardada (nem muito sol nem muita chuva, nem muito frio nem muito calor, o que pode indicar ou sugerir debaixo de uma árvore) e assente directamente no solo, para facilitar a drenagem e possibilitar a passagem de microorganismos para a compostagem.

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Com mais ou menos atenção, que muitas vezes varia em função das nossas disponibilidades, no máximo 6 meses depois podemos obter o primeiro composto. Depois de o separar do resto do material que ainda não atingiu a compostagem perfeita inicia-se a fase seguinte, designada de maturação ou repouso. Finalmente, estará pronto para ser utilizado na horta, no jardim, em vasos ou simplesmente à volta de árvores.

Afinal não é assim nada tão complicado como pensava, pois não?!  

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Publicado em Inominável nº 13

por Eliseu Pimenta

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Transformar naturalmente os resíduos domésticos em fertilizante

Numa época em que a educação ambiental é elemento de medição do grau de desenvolvimento das sociedades, todos nós já escutámos a expressão “compostagem”, que não é mais do que uma palavra moderna, estilizada e urbana que substitui a centenária e bucólica “estrumeira”, tão vulgar e valiosa no mundo rural dos meus avós… em tempos idos. Numa óptica da política dos três “erres” – Reduzir, Reciclar e Reutilizar – a compostagem permite reduzir a quantidade de resíduos orgânicos a expedir para os aterros sanitários, possibilita reciclar matéria orgânica e proporciona uma nova utilização.

A compostagem é um método de decomposição aeróbia (com presença obrigatória de oxigénio) de substratos orgânicos, em condições que permitam micro-organismos termófilos (o aumento da temperatura surge como resultado da libertação de calor na degradação biológica dos substratos). O resultado deste processo é um produto final suficientemente estabilizado que pode ser aplicado no solo sem impactos ambientais adversos, a que se dá o nome de composto. Há uma valorização da matéria orgânica, pois o composto pode ser utilizado como adubo, melhorando substancialmente a estrutura do solo, dado que possui organismos benignos e fungicidas naturais.

Não requerendo grandes conhecimentos, a compostagem doméstica é fácil, sustentável e o fertilizante adequa-se aos solos, sejam de hortas, de jardins, de quintais ou simplesmente para vasos ou floreiras. Por todas estas razões, não existem argumentos para que não a façamos, pese o facto de quem habite um 7º andar de um qualquer bloco de apartamentos tenha mais dificuldade em a concretizar.

Essencial a toda esta mecânica é o “compostor”, que é um equipamento ou estrutura que reproduz de um modo mais acelerado o que se passa na natureza, facilitando a decomposição dos vários resíduos orgânicos e obtendo-se genericamente “húmus”. Requer, pois, algum espaço para colocação do “caixote” – que pode ser adquirido em qualquer loja vocacionada para hortas/jardins ou simplesmente construído em ripado de madeira. Se o espaço livre para afectar ao processo for bastante, então tudo ainda está mais simplificado pois basta ir depositando a matéria orgânica uma sobre a outra num “monte” – não sendo, contudo, a forma que apresenta “melhor aspecto”.

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Uma outra maneira de decompor os materiais orgânicos sem usar um compostor físico consiste em abrir um buraco na terra com cerca de 1 m de diâmetro e 35/40 cm de profundidade e aí colocar os resíduos, cobrindo-os de seguida com uma camada de terra ou folhas secas. É evidente que o volume de resíduos a tratar requer a existência de maior ou menor espaço.

Na seguinte tabela enumeram-se os resíduos que podem/devem ser compostados, bem como os materiais que não deverão entrar no processo de compostagem.

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(continua)

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Publicado em Inominável nº 13

por Eliseu Pimenta

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DIVERSIDADES


Porque o Mundo é mutação... Porque “Microverso” e “Multiverso” norteiam quando no Universo se pensa... Porque Sociedade já não é só palavra mas estrada fértil e criativa… Porque se alvitra de tudo e cada vez mais somos nada, DIVERSIDADES apenas... tal como uma simples esquina!

 

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