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Revista Inominável

A revista para lá da blogosfera!

 

 

 

 

 

Sendo Os Inomináveis verdadeiros crentes no Espírito do Natal e os maiores fãs do dito (ou pelo menos a maioria dos Inomináveis), não podíamos deixar de vos trazer o nosso Postal de Natal.

 

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E lembrem-se: Natal é aquilo que nós quisermos que seja - e que os consumistas sejam muito felizes é o que desejamos! - e como tal aproveitem esta época da forma que vos der na real gana.
 
Feliz Natal
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Ahhh, o natal, a época mais conhecida do ano, todos os anos no dia 25 de dezembro trocam-se prendas, mas mesmo que a “tradição” diga que se devem abrir as prendas à meia-noite muitas crianças não conseguem esperar e acabam por as abrir antes.

Todos nós quando éramos mais novos acreditávamos no Pai Natal, até que a certa altura da nossa infância alguém decidiu informar-nos que o Pai Natal não existe, o que para muitas pessoas foi a pior altura do ano, mas para outros não, os que já eram um bocado mais velhos que as outras crianças.

Muita gente sabe que o natal já é celebrado há muito tempo, mas nem sempre foi como é hoje em dia; hoje em dia praticamente toda a gente celebra o natal, mas,o que algumas pessoas não sabem é que o natal é uma celebração cristã que começou a ser celebrada apenas por cristãos. Há medida que os anos passaram mais gente começou a celebrar o natal, até que de repente quase toda a gente o celebrava.

Sabemos que o natal celebra o nascimento de Jesus, mas na verdade o dia 25 de dezembro não coincide com o nascimento de Jesus, coincide com a festividade romana dedicada ao nascimento do deus sol invencível, o que não explica a troca de prendas.

No mundo romano, a Saturnália, festividade em honra ao deus Saturno, era comemorada de 17 a 22 de dezembro, era um período de alegria e troca de presentes; soa familiar? Isso já explica a troca de prendas, certo? Pois eu também acho.

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Artigo de Martim e publicado na Inominável nº 1

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Livros nunca são demais para quem os ama. Quando oiço, “não comprei um livro porque tens muitos” o meu coração chora lágrimas de papel. Eu fico eternamente agradecida quando recebo livros como presente. E só por acaso, apesar dos meus quatrocentos livros, acho que nunca falta espaço para mais um. Mais dois, cinco, dez.

Dou-vos três motivos para não deixarem de oferecer livros a quem gostar muito deles. Primeiro, há sempre mais um na lista de desejados. Lista perma-nentemente a crescer. Segundo, os livros estão com preços de fugir. É dinheiro que se poupa mais tarde. Terceiro, não há nada igual ao cheiro de um livro novo. A surpresa de um título novo, a descoberta de uma história por ler.

É fácil adivinhar o embrulho de um livro. Por isso, deixo-vos mais uma sugestão para surpreender e não cair no “ é sempre a mesma coisa”. Coloquem o livro dentro de uma caixa de cereais velha. Já fizeram isso comigo. Deviam ter visto os meus olhos quando dei com a caixa. Para além dos dias a olhar para aquela prenda debaixo da árvore e tentar descobrir o que seria. Também podem embrulhar o livro dentro de um cachecol. Facilmente vão induzir o presenteado em erro.

Posto isto, uma dedicatória na primeira página é sempre bem-vinda. Um marcador com uma singela frase “Bom Natal” também. Os livros são amor em forma rectangular. Não há como enganar na hora de presentear um amante de livros.

Texto de Cláudia Oliveira, autora dos blogs Cláudia Oliveira e A Mulher Que Ama Livros e dum canal no Youtube, e publicado na Inominável nº 1

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(para preenchimento on line clique na grelha) 

HORIZONTAIS: 1- Período das quatro semanas imediatamente anteriores à festa do Natal. 7- Seguir até. 9- Reduzo a pó. 10- Afasta. 12- Ceia na Noite de Natal. 14- Partícula apassivante. 15- Profissão de fé. 17- Queima. 19- Que me pertence. 20- ‘Noite de (...)’, canção de Natal. 22- Grande caixa com tampa plana. 24- Rebocar. 26- Preposição que designa posse. 27- Fatia de pão molhada em leite com açúcar e ovos, e frita em azeite ou manteiga (Fatia Dourada). 30- Leviano. 31- Fileira. 33- Plural (abrev.). 34- Entreabrir.

 

VERTICAIS: 1- Antes do meio-dia. 2- Que tem sabor agradável. 3- Adejo. 4- Redução das formas linguísticas “em” e “as” numa só. 5- Tomar uma coisa por outra. 6- Rezar. 7- Anos de vida. 8- Rádio (s.q.). 11- Inchação. 13- Despidos. 14- Deve ser tomada no princípio da refeição. 16- Escuta. 17- Atordoar. 18- Curado. 21- Estante para suporte de livros ou pautas de música, abertos para leitura. 23- Filtra. 25- Margens. 26- Daquele lugar. 28- Hora canónica, que se canta ou recita antes das vésperas (corresponde às 15 horas). 29- Oferecer. 30- Armada Portuguesa (sigla). 32- Atmosfera.

 

da autoria de Paulo Freixinho (Palavras Cruzadas) e publicado na Inominável nº 1

As soluções serão dadas a pedido

 

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Dezembro é a época mais glamorosa do ano. O Natal e o Ano Novo são a desculpa ideal para uma ida às compras; não sei se são como eu, mas sinto-me bem quando festejo estas datas com uma roupa nova (shame on me!). Para 90% da população a cor escolhida para usar no Natal é o vermelho, mas depois existem aqueles 10% que gostam de ser diferentes e apostam noutras cores e padrões. Eu pertenço aos 10%, e vocês?

Ideias a ter em conta

Para fazer sobressair: Usem conjuntos mais chamativos mas atenção, não em demasia, a árvore de Natal já está decorada e não vamos precisar de outra.

Gafe Fashion: Combinar muitos padrões e cores dá sempre mau resultado; escolham uma peça diferente e combinem-na com básicos, vão ver que vai resultar.

Sugestões de Looks

A minha primeira sugestão é usarem uma peça com brilho, e olhem que têm muito por onde escolher! Podem optar por um vestido ou umas calças. Pessoalmente, gosto de ver estas peças combinadas com preto; os meus looks preferidos são estes:

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Como vos disse, gosto de festejar estas datas com roupa nova, mas muitas vezes torna-se um pouco dispendioso e é frustrante olhar para o roupeiro e ver aquele vestido de festa lindíssimo mas que não podemos vestir porque vamos trabalhar… Este ano, decidi criar um hábito diferente. Comprar roupa nova? Sim, claro! Mas não para usar apenas naquele dia. Trago-vos uma sugestão compras para usarmos num jantar de natal em família ou (mesmo) no emprego; estas peças são fácies de adaptar ao nosso dia-a-dia.

Ideias a ter em conta

Para fazer sobressair: Utilizem peças básicas, sem desenhos nem estampados, à exceção de uma das peças que tem de ser a vossa inspiração, escolham-na e comecem o vosso look a partir daí.

Gafe Fashion: Não misturem demasiadas cores, não queremos que as pessoas passem muito tempo a olhar para nós e a pensar o que temos na cabeça, queremos que olhem e pensem o quão giras estamos; isso sim, dá-nos confiança!

Sugestão de compras

A minha escolha é muito simples: uma camisa, calças de ganga, um blazer, um colar, uns sapatos altos ou baixos e, como não podia faltar, uma mala. ADORO malas grandes!

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Ando viciada na coleção da ZARA e por isso o outfit que sugiro é quase todo de lá, exceto o colar (Accessorize); a minha peça de desejo são os sapatos de salto alto, acho-os giríssimos e fáceis de combinar. Além disso, as franjas são uma tendência desta estação. Sim, eu sei que são abertos, mas não é isso que me faz não os desejar e não os escolher para um conjunto de Natal.. Agora já existem meias muito quentinhas e abertas à frente, fantástico, não é? Se não gostarem das franjas ou preferirem uns sapatos rasos (e fechados!), os mocassins lá de cima são uma opção.

Por falar em meias quentinhas, aconselho que nos dias mais frescos usem roupa interior térmica; a Primark tem umas camisolas fantásticas sem costuras, que ajudam a manter a temperatura ideal.

Preparadas para as épocas festivas?

 

Artigo de Sofia Silva autora do blog La Principessa e publicado na Inominável nº 1

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O Natal já não é como antigamente, bem o dizem os mais velhos. Antes as casas começavam a encher-se de alegria um mês ou 15 dias antes, iam chegando prendas (que se escondiam dos mais pequenos) e só quando a árvore de pinheiro verdadeiro era montada, no início de Dezembro, é que as prendas apareciam e diziam-lhes esta deu a vizinha da frente, esta deu a tia, etc.. Antes, na véspera de Natal rumávamos todos à casa da avó, os tios e os primos, tudo se juntava à volta de uma mesa com o bacalhau com batatas, cenoura e couve-flor de azeite e vinagre, e os incontáveis doces que todos faziam questão de trazer/fazer. As crianças só aguentavam até às 22h/23h, o que permitia que o Pai Natal chegasse, deixasse as prendas e na manhã seguinte houvesse gritos de alegria quando viam as prendas.

Hoje em dia o Natal incomoda toda a gente. Se os anúncios e os enfeites começam a aparecer no início de Novembro, já anda tudo stressado, porque ainda não é Natal e já falam disso. O Natal sempre foi assim, sempre chegou mais cedo através da TV para fazer as delícias dos meninos e das meninas que se babavam para os Legos, pistas de carros, jogos de tabuleiro, Barbies, Nenucos… e nessa altura nunca incomodou ninguém; agora é um ai jesus. Ninguém encontra tempo para passar o Natal em família, em grande número, ninguém pretende oferecer prendas sem ser aos mais pequenos, porque o Natal é das crianças. Nem se encontra tempo para comprar um pequeno chocolate só para fazer os mais velhos felizes e arrancar-lhes um sorriso. As pessoas estão cansadas e nem para a melhor altura do ano, a altura da família, elas encontram tempo e formas de partilhar essa época com os seus entes queridos.

O espírito natalício está pela hora da morte. As pessoas já não fazem por estar presentes neste dia, já não conseguem fazer-se presentes e não serem uma presença. Antigamente, os nossos entes afastados enviavam postais de Natal com vários dias de antecedência, só para terem a certeza de que chegavam, que sabiam notícias deles, que ao menos conseguiriam estar presentes quando não o poderiam estar devido às distâncias. Hoje em dia enviam-se SMS ou liga-se às pessoas a desejar um Feliz Natal junto dos seus, porque é mais fácil do que ver as pessoas. E os outros contentam-se, pois fulano lembrou-se de nós.

E as crianças? Poucas são aquelas que hoje em dia vivem num lar onde foram ensinados a acreditar no Pai Natal, um ser que vem da Lapónia no seu trenó puxado pelas renas, que a rena mais engraçada é o Rodolfo, e que entrega as prendas a todos os meninos exactamente às 0h do dia 25, porque ele tem o poder de parar o tempo. Os pais de hoje em dia já mataram o Natal desde a infância dos filhos, senão desde o seu nascimento, até porque para eles mesmos o Natal é só mais uma altura para a casa se encher de lixo, enfeites parvos, mais brinquedos e um desperdício de dinheiro, onde as famílias mais disfuncionais fazem um esforço para celebrar o nascimento de um Jesus em que nem eles próprios acreditam.

É esta a triste realidade do Natal nos dias de hoje. Um consumismo absurdo, porque é mais uma desculpa para irem às compras, mas nada de amor, família, compaixão e ajuda ao próximo. Se continuarmos a matar o Natal desta forma, o que será das crianças do futuro? Se não plantarmos estes pequenos valores nos mais pequenos, como é que eles podem alguma vez ser adultos com compaixão e reconhecer o Natal como uma altura de ajuda ao próximo, de amor pela família e amigos, de compaixão uns pelos outros, de alegria?

Recentemente foi feita uma publicidade interessante com crianças, em que lhes foi pedido para escreverem uma carta ao Pai Natal, o típico; então elas pediram todo o tipo de brinquedos e afins. Mas depois tiveram de escrever uma carta aos pais… é exactamente o contrário daquilo que a maioria dos pais pensa, que as crianças pediriam também brinquedos e outros objectos de entretenimento, mas não. As crianças pediram mais tempo para elas, mais presença da parte dos pais, mais amor, mais união entre eles, enfim… pediram mais pais e menos pessoas e brinquedos. As crianças de hoje em dia sofrem com a ausência dos pais e eles nem dão por isso, porque a sua carga horária é demasiada para poderem estar com os seus pequenos, para os ouvirem, para os conhecerem, para lhes ensinarem valores bastante importantes que eles nunca irão aprender na escola.

Neste Natal, à semelhança de antigamente, o meu desejo é que sejamos mais família, mais amor, mais compaixão e mais entreajuda, mas menos consumismo, menos futilidades e menos egoísmo. Os outros, que são nossos, precisam de nós.

 

Artigo de Vanessa autora do blog Nuages Dans Mon Cafe e publicado na Inominável nº 1

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Ora dá cá um e a seguir dá outro,

depois dá mais um

que só dois é pouco

Ai eu gosto tanto e é tão docinho

E no entretanto dá mais um...

 

Muitos de nós associam esta quadra a uma canção da década de 80 do século passado e que se chama A Canção do Beijinho. Mas, na verdade, esta canção podia ser adaptada àquela que é a melhor prenda de Natal que se pode receber – livros.

Ora dá cá um livro e a seguir dá outro. Depois dá mais um livro que só dois é pouco.

Livros. São sempre poucos aqueles que recebemos, poucos os que lemos e tantos, mas tantos, os que gostávamos de ler.

Sou coleccionadora de livros. Gosto de os ler e gosto de os ter. São a melhor prenda de Natal, de anos, de Páscoa ou só porque sim. Desde que me lembro que os recebo no Natal – primeiro os livros infantis, depois os juvenis... Lembro-me de me oferecerem dois ou três livros da colecção Patrícia num Natal e de, quando chegou o Ano Novo, andar a perguntar se não havia mais livros para receber. É que já os tinha lido e queria mais. Queria sempre mais livros.

Qualquer pessoa gosta de abrir presentes. Tentar imaginar o que é, será que vamos gostar, o que terá este formato? No meu caso as dúvidas eram outras – que autor escolheram, será que é duma colecção nova? Enquanto outras crianças ficariam desiludidas – mais livros? – eu respondia – só estes?

Livros, a única prenda que traz outras prendas lá dentro.

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Texto de Magda L Pais, autora dos blogs Stone Art Books e StoneArt Portugal, participante no blog Aprender uma coisa nova por dia e publicado na Inominável nº 1

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O Natal: altura do ano em que todo o adulto anda com duas toneladas de stress em cima, ou por se estar a matar a trabalhar antes do dia de Natal, para nesse dia poder estar descansado com a família/amigos, ou por se estar a matar a tentar arranjar prendas para os que lhe interessam (ou as duas coisas). Aqueles com filhos mais novos têm três toneladas de stress, duas toneladas pelas razões referidas em cima e mais uma por causa das prendas dos miúdos.

Originalmente, o Natal era a celebração cristã do nascimento de Jesus Cristo, mas agora praticamente toda a gente celebra o Natal, cristão ou não. Porquê? Porque em muitos países o Natal é um feriado nacional, e mesmo não sendo cristão quem é que não gosta de um feriado? E quem é que não gosta de receber prendas, e ter uma desculpa válida para estar com os amigos e a família?

Mas falemos da altura mais irritante da história das alturas irritantes: os dias depois do Halloween, em Novembro, em que começam a aparecer anúncios relativos a coisas natalícias, com músicas de natal, com tudo muito vermelho e muito festivo. E nós, as pessoas sãs, ficamos a repensar em toda a nossa vida, a tentar perceber que deus ou deuses é que irritámos para merecermos uma tortura natalícia de um mês e meio, patrocinada pelas empresas e pelos génios que decidem criar esses anúncios que toda a gente odeia. É que se pusessem os anúncios numa altura em que as pessoas já começam a pensar de maneira festiva, por exemplo a partir do dia 10 de Dezembro, aí já se percebia, mas quer dizer, começarem os anúncios quando a ferida do fim do Halloween ainda está aberta, isso não meus queridos, isso não. É daquelas coisas que nos faz pensar seriamente em chegar ao pé das pessoas dos anúncios e usar as decorações de natal que eles nos estão a tentar vender para os estrangular com um espírito natalício e um alegre HOHOHO. (Se alguém disser que nunca pensou nisso, está a mentir e a entrar automaticamente para a lista dos meninos malcomportados do pai natal.).

No entanto, há desgraçados que sofrem mais do que nós aqui em Portugal. Olhem para os nossos vizinhos, os espanhóis. Eles trocam as prendas a 6 de Janeiro. Isso faz com que eles tenham dois meses completos de anúncios de Natal. Alguma vez se interrogaram porque é que não percebem nada do que eles dizem? A resposta é: eles estão tão saturados e irritados com os anúncios que já nem conseguem falar como deve ser. Pobrezinhos. As suas mentes estão fechadas a toda a interacção estrangeira, e por todos eles verem os mesmos anúncios, só eles se percebem a eles mesmos.

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Artigo de Maggie publicado na Inominável nº 1

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Sou a Sofia, uma apaixonada pelas coisas boas da vida e autora do blog La Principessa.

Na rubrica Tendências de A a Z, podem contar com um espaço de partilha com dicas de moda, maquilhagem e cabelo.

Um espaço dedicado a todas nós!

Partilhem comigo dúvidas que tenham, estou à vossa disposição

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