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Revista Inominável

A revista para lá da blogosfera!

 

Como praticante assídua e entusiasta do desporto em geral, nunca recuso uma nova experiência desportiva. Assim sendo, uma colega desafiou-me a experimentar o Tabata e posso dizer que me rendi completamente a este protocolo de treino.

Para quem não conhece ou nunca ouviu falar, o Tabata é o treino da “moda” do qual tanto se fala e que equivale a 1 hora de exercício cardio. É um método de treino que apesar de ter uma duração de apenas 4 minutos, é bastante exigente. Durante 20 segundos é executado um exercício e descansa-se durante 10 segundos. Isto repete-se por 8 séries, num total de 4 minutos. Por isto, é chamado de Treino de Alta Intensidade.

Pode parecer muito curto, mas a verdade é que os estudos efetuados comprovam que resulta para quem quer perder gordura ou melhorar as suas capacidades cardiovasculares. Mas não se esqueçam de que para a perda de gordura ser mais eficaz, devem adotar uma alimentação equilibrada. Além do tempo, as únicas regras para assegurarmos os resultados são: os exercícios devem ser efetuados sempre em alta intensidade e realizados pelo menos 4 vezes por semana.

Os exercícios deste método de treino são adaptados à condição física de cada um, mas no geral englobam exercícios funcionais com o peso do corpo, desde squats a abdominais e burpees, entre outros. Podem fazer-se 2 ou mais tabatas seguidas, de acordo com os objetivos e a condição física de cada um.

Para que não digam que não sou amiga e que não vos quero facilitar a vida, existem à disposição várias aplicações gratuitas para smartphones com o cronómetro Tabata.

E aqui estão as razões pelas quais me rendi a este método de treino: 

  • pode ser praticado em qualquer lugar, em casa ou no parque, pois não requer grande espaço físico;
  • com apenas 4 minutos de treino, é impossível alguém dizer que não tem tempo;
  • melhora a capacidade cardiovascular;
  • não necessita de equipamento específico;
  • pode ser adaptado à nossa condição física;
  • as calorias continuam a ser queimadas várias horas após terminarmos o treino e por isso é eficaz para a perda de peso sem perda de massa magra;
  • reduz o risco de diabetes, incluindo o aumento da sensibilidade à insulina.

Seguem-se 2 exemplos deste método de treino, para que consigam perceber que parece fácil, o que não é verdade. Se no fim dos 4 minutos não estiverem cansados, é porque não fizeram os exercícios em alta intensidade. Nunca pensei que me cansasse tanto em 4 minutinhos…

Tabata 1

Aquecimento de 5 minutos

- T1 e 5:  20seg.  de Burpees (https://www.youtube.com/watch?v=JZQA08SlJnM)

10 seg. de descanso

10 seg. de descanso

10 seg. de descanso

10 seg. de descanso

Retorno à calma e alongamentos

 

Tabata 2

https://www.youtube.com/watch?v=6wWHmnh2Vgg

 

Não têm desculpa para não começarem já hoje a treinar, por isso….

             … vamos treinar?

 

Artigo de Dona Pavlova autora do blog Dona Pavlova e participante nos blogs Aprender uma coisa nova por diaClube de Gatos do Sapo e Amigos dos Animais e de Rita Fonseca autora do blog Happy & Healthy

(in revista nº 0)

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Depois do jantar, um curto passeio para disfrutar do silêncio do vale e vivenciar a aldeia. Num bar, o som de uma concertina chamou por mim. Espreitei a montra e ali estava uma ”família” inteira a jubilar de alegria… uma forma simples de estar e viver as férias na “terra” que os viu nascer. Quase todos bilingues, retornam anualmente para passarem o mês de agosto e devolverem a juventude, a alegria e o ritmo à sua aldeia natal.

11 Castro Laboreiro.JPG

No dia seguinte, nova viagem até à vila de Castro Laboreiro. Para além da intenção de conhecer um pouco da história e cultura locais, almoçar no restaurante Miradouro do Castelo era um dos objetivos da visita. Ali comi o melhor “cabrito assado no forno”, um prato que recomendo vivamente a quem por lá passar.

08 Castro Laboreiro.JPG

Durante a tarde, nem os chuviscos ameaçaram a boa disposição e o entusiasmo sentido durante a visita ao núcleo museológico - cujas instalações funcionam na antiga Fábrica de Chocolates de Caravelos, e à casa típica castreja (anexa), onde os visitantes podem conhecer e compreender os hábitos e costumes das gentes da região.

09 casa castreja.JPG

De todas as informações, aquela que mais captou a minha atenção diz respeito à história relativa às “brandas” e às “inverneiras” – um tipo de povoamento baseado nas estações do ano. Todos tinham – e têm, nalguns casos – duas casas: na primavera, no verão e no outono as famílias mudavam-se para as “brandas” - situadas no planalto; nos meses mais frios viviam nas “inverneiras” – as aldeias dos vales.

10 Casa castreja.JPG

Ainda hoje existem, segundo o guia do museu, entre dez a quinze famílias que praticam essas migrações sazonais. Este regime de transumância – associado à atividade agro-silvo-pastoril, é o meio de subsistência de grande parte das famílias castrejas. O castelo medieval, quase todo ele em ruínas, é outro dos ex-libris da cultura local. No espaço circundante, numa das encostas, é possível visualizar um “monumento geológico” talhado pela natureza: uma ”tartaruga” gigante, que não passa despercebida aos observadores mais atentos.

Depois de um dia, longo e preenchido, o descanso merecido no Hotel Castrum Villae em Castro Laboreiro. Uma unidade hoteleira com quartos confortáveis e desafogados, simples mas cómoda e tranquila.

Na manhã seguinte, bem cedinho, partida em direção à Galiza. Destino: Ourense, uma cidade simpática, que integra os denominados “caminhos de santiago”. Outro percurso, outros objetivos de viagem.

06 Amoras.JPG

Nota: para quem não pretende prosseguir até Espanha, aconselho continuar a viagem em direção a “Terras do Barroso”, concelho de Montalegre (itinerário disponível na próxima rubrica).

 

Texto e fotos de Maria Sebastião, autora do blog Escrita ao Luar e participante no blog Aprender uma coisa nova por dia

(in revista nº 0)

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O nosso primeiro foi eleito um dos líderes políticos mais sexys do mundo por uma publicação norte-americana.

Num contacto feito pela nossa redacção, perguntámos à tal publicação americana quais os critérios usados nesta lista. Ficámos então a saber que, para participar neste estudo, as mulheres teriam de preencher os seguintes critérios: não ter sexo há mais de seis meses, miopia com mais de vinte e cinco dioptrias (em alternativa, glaucoma ou cataratas em último grau), um coeficiente de inteligência abaixo dos trinta e cinco e, finalmente, quem não votasse no Pedro Passos Coelho teria direito a um fim-de-semana romântico com o Miguel Relvas em Sernancelhe.

 

 

Texto de Neurótika Webb, autora do blog A Galinha da Vizinha

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Porto – final de agosto: o dia amanheceu cinzento, mas morno! A chuva que ameaçava desde manhã fez das suas lá para os lados de Ponte de Lima. Não fosse a temperatura amena, dir-se-ia que o outono chegara mais cedo. Um passeio pela cidade banhada pelo rio Lima completou a manhã do primeiro dia de viagem. Depois do almoço, no restaurante Encanada, uma foto aqui, outra acolá, e eis-me de novo a caminho da Serra da Peneda (via Arcos de Valdevez).

01 Ponte Lima.JPG

A travessia da serra, para além de agradável, constitui uma verdadeira lição de natureza. Durante o percurso foram várias as paragens para apreciar a paisagem e tirar fotografias. Pelo meio ainda houve tempo para colher (e comer) amoras silvestres. Entre o carvalhal e o giestal, estratos arbóreo e arbustivo, a vegetação rasteira, frondosa, rica de fetos e musgos, denuncia abundância de água. De vez em quando, uma vaca “cachena” passeia-se descontraidamente pelas estradas… Para além destes animais, é comum ver nas escarpas os “garranos” e nos baixios as ovelhas “churra”. As aldeias típicas, escondidas nos vales, completam o cenário bucólico.

05 Vaca cachena.JPG

No final do dia, o ritual habitual: check-in no Peneda Hotel, descansar um pouco e pôr leituras em dia. Localizado mesmo ao lado do Santuário de Nossa Senhora da Peneda (freguesia da Gavieira, Arcos de Valdevez), num local tranquilo e sereno, as instalações – cómodas e aconchegantes – permitiram o descanso desejado. À tardinha, um passeio pelas redondezas possibilitou descobrir recantos mágicos nas cercanias da serra. O jantar, no restaurante do hotel, acabaria por se revelar uma boa opção, atendendo à distância que seria necessário percorrer, em estrada de montanha, até às localidades mais próximas – Lamas de Mouro e Castro Laboreiro – e à qualidade do cardápio à disposição.

07 Peneda Hotel.JPG

A segunda parte será publicada dia 16/11/2015.

Texto e fotos de Maria Sebastião, autora do blog Escrita ao Luar e participante no blog Aprender uma coisa nova por dia

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receita 1.png

Uma ótima alternativa para um lanche saudável.

Ingredientes:

  • 1 chávena de farinha;
  • 2 chávena de puré de abóbora;
  • ½ chávena de azeite;
  • 4 colheres de leite;
  • 1 colher (de sopa) de linhaça;
  • 1 colher (de sopa) de essência de baunilha;
  • 1 colher (de chá) de fermento
  • 1 ovo
  • Especiarias a gosto (orégãos, canela, erva doce)
  • Sal a gosto
  • Queijo para barrar magro, a gosto.

Preparação:

Juntar a farinha, a linhaça, as especiarias, o fermento e o sal. Num recipiente à parte, misturar os restantes elementos. Por último, deve-se adicionar a segunda mistura à primeira, mexendo bem e, se necessário, amassando com as mãos. Dispor num tabuleiro forrado com papel vegetal e levar ao forno a 200ºC, durante 30 minutos, ou até estar cozido. Por fim, barre com creme de queijo fresco magro e polvilhe com orégãos e canela. Acompanhe com uma cevada. Sabe deliciosamente a outono. Pode ainda ser colocado no frigorífico e ser servido frio, para os últimos dias quentes do ano.

 

Mais receitas? clique nas imagens abaixo

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Artigo de Dona Pavlova autora do blog Dona Pavlova e participante nos blogs Aprender uma coisa nova por diaClube de Gatos do Sapo e Amigos dos Animais e de Rita Fonseca autora do blog Happy & Healthy

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Havia uma lengalenga que eu adorava quando era miúda. Esperem, ainda a adoro, o que pode querer dizer que ainda sou uma miúda (e é assim que me sinto sempre, apesar da idade. Afinal, a idade é um estado de espírito e não uma condição física).

Mas estou a afastar-me do tema, a lengalenga, aquela que eu adorava e que dizia que o tempo perguntou ao tempo quanto tempo o tempo tem. O tempo respondeu ao tempo que o tempo tem tanto tempo quanto tempo o tempo tem.

Do alto da sabedoria da criança que era, sempre achei que esta lengalenga me transmitia que era eu que decidia o que fazer com o meu tempo e que teria de fazer com que tivesse tempo para tudo e que tudo coubesse no meu tempo.

Foi por isso que aprendi a gerir o tempo deixando sempre espaço para as coisas que amo – a família e os livros. Teria sempre de ter tempo para ler, não obstante saber que não terei nunca tempo de ler tudo o que quero. Mas faz-se o que se pode e por isso eu posso ler. E leio.

Entre o trabalho, a família, os passeios, a televisão e a internet – para mencionar apenas algumas coisas – os livros estão sempre lá. Vão comigo à praia e ao campo. Estão na sala e na casa de banho (sim, eu leio na casa de banho). Leio nos transportes ou enquanto espero para ser atendida. Todas as alturas são boas para ler e ler, em qualquer altura, é delicioso. Confesso, por isso, que não entendo as pessoas que dizem que não têm tempo para ler. Certo, quando os meus filhos eram bebés, talvez lesse menos do que leio agora. Mas mesmo nessa altura, entre fraldas, biberons e sestas, havia sempre um livro por perto.

O tempo, meus amigos, o tempo somos nós que o arranjamos. Basta querermos.

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Texto de Magda L Pais, autora dos blogs Stone Art Books e StoneArt Portugal. Participante no blog Aprender uma coisa nova por dia.

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As Nações Unidas reportaram um grave problema de vício de jogo entre os refugiados vindos da Síria.

Enquanto aguardam pelo asilo em países da União Europeia, com a Alemanha na liderança a esfregar as mãos à mão-de-obra qualificada (ou acham que um pobrezinho sírio tem dois mil dólares para dar aos fulanos que os tiram do país?), os sírios ocupam o tempo como podem, quer seja a refilar porque os europeus são umas bestas e têm o dever de criar campos de acolhimento do pé prà mão (aqui fica uma grande ideia para o IKEA, campos de refugiados que se montam em três horas) ou a dar entrevistas às várias cadeias de televisão que se encontram no local.

Alarmadas com o aumento das apostas e jogo clandestino, as forças da ONU lançaram uma operação na passada sexta-feira. Chegou-se à conclusão de que os refugiados estavam a jogar ao jogo do galo, e quem perdesse era enviado para Portugal.

 

 

Texto de Neurótika Webb, autora do blog A Galinha da Vizinha

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Numa sondagem realizada, à moda de partido político, pela nossa redacção com uma amostragem de cerca de 20 pessoas, mais coisa menos coisa, que são os vizinhos lá do prédio, chegámos à conclusão de que as novas regras de trânsito provocam tendências homicidas nos condutores que usam diariamente a Avenida Marginal.

Os intervenientes deste estudo confessaram que rezam todos os dias para que chova. Desta maneira, os ciclistas que circulam na dita avenida ficam em casa e deixam-nos chegar ao nosso destino a tempo e horas. Visto que as novas regras ditam que temos de tratar os adeptos desta actividade como se fossem outros condutores, se bem que muito mais lentos, os sujeitos desta amostragem resolveram fazer uma colecta para permitir que os ciclistas comprem motores para os ditos veículos. Ou, se os mesmos não aceitarem, ponderam a hipótese, com o dinheiro angariado, de contratar uns mafiosos ucranianos para resolverem o problema do trânsito na Marginal.

 

 

Texto de Neurótika Webb, autora do blog A Galinha da Vizinha

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Muito cinema valeu-se de grandes compositores e vice-versa. Leonard Bernstein, Andrew Lloyd Webber, Irvin Berlin são apenas alguns dos fabulosos autores musicais norte-americanos que se aproveitaram do cinema para alcançaram sucessos estrondosos.

Filmes como “Serenata À Chuva”, “Música no Coração”, “West Side Story”, “New York, New York”, “Diamonds are Forever” ou “Jesus Christ Superstar”, para falar somente de alguns poucos exemplos, dos muitos que poderia aqui apresentar, tiveram nas suas canções grande parte do sucesso.

Porém estas (quase) estranhas relações entre a sétima arte e o mundo da música foram muitas vezes tumultuosas mas na generalidade terminaram, não em divórcios litigiosos, mas em olímpicos finais felizes… ou quase!

Relembro a este preceito o que fazia Alfred Hitchcock na maioria das suas longas-metragens, onde o excerto a seguir me parece perfeito:

Reconheço que pode parecer um tanto arriscado este meu passo, de tentar juntar duas artes debaixo de um mesmo tecto jornalístico.

Conheço mesmo quem ache horrível a ingerência da música no cinema, já que consideram que este é essencialmente imagem.

Bom… é uma opinião que só tenho que respeitar, se bem que não concorde.

Por fim direi que o que aqui irei escrevendo é unicamente a minha modesta opinião. De alguém que já viu muito filme e ouviu alguma música.

Não pretendo outrossim fazer deste espaço uma tábua onde lavro longos textos assentes em verdades insofismáveis. Bem pelo contrário!

Aqui falarei sim, de filmes, actores, cantores, cenas e músicas, todas elas relacionadas, mas perfeitamente ciente de que o que vier a lume é somente uma mera ideia, um sentimento, no limite uma constatação.

Nada mais que isso. Espero que gostem.

A gente lê-se por aí!

 

 

 

texto de José da Xã autor dos blogs LadosAB e José da Xã. Participante nos blogs O Bom, o Mau e o FeioA Três Mãos e És a nossa Fé!

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O primeiro-ministro foi homenageado pelas Misericórdias pelo facto de, durante o seu governo, terem sido criadas Cantinas Solidárias em número record.

Nós aqui na redacção ficámos um bocadinho baralhados, pois sempre pensámos que a extinção deste tipo de instituições é que era boa. Seria sinónimo de que teríamos erradicado a pobreza no nosso país.

Interrogámos uma amiga, muito dada a este tipo de actividade solidária, e ficámos esclarecidos: afinal é bom, porque combate o ócio entre as tias de Cascais, que de outra forma não teriam nada de que falar durante os eventos sociais ou nas entrevistas à imprensa cor-de-rosa.

 

 

Texto de Neurótika Webb, autora do blog A Galinha da Vizinha

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