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Revista Inominável

A revista para lá da blogosfera!

Qui | 05.11.15

Cinema e música: um casamento (quase) perfeito - Parte II

Muito cinema valeu-se de grandes compositores e vice-versa. Leonard Bernstein, Andrew Lloyd Webber, Irvin Berlin são apenas alguns dos fabulosos autores musicais norte-americanos que se aproveitaram do cinema para alcançaram sucessos estrondosos.

Filmes como “Serenata À Chuva”, “Música no Coração”, “West Side Story”, “New York, New York”, “Diamonds are Forever” ou “Jesus Christ Superstar”, para falar somente de alguns poucos exemplos, dos muitos que poderia aqui apresentar, tiveram nas suas canções grande parte do sucesso.

Porém estas (quase) estranhas relações entre a sétima arte e o mundo da música foram muitas vezes tumultuosas mas na generalidade terminaram, não em divórcios litigiosos, mas em olímpicos finais felizes… ou quase!

Relembro a este preceito o que fazia Alfred Hitchcock na maioria das suas longas-metragens, onde o excerto a seguir me parece perfeito:

Reconheço que pode parecer um tanto arriscado este meu passo, de tentar juntar duas artes debaixo de um mesmo tecto jornalístico.

Conheço mesmo quem ache horrível a ingerência da música no cinema, já que consideram que este é essencialmente imagem.

Bom… é uma opinião que só tenho que respeitar, se bem que não concorde.

Por fim direi que o que aqui irei escrevendo é unicamente a minha modesta opinião. De alguém que já viu muito filme e ouviu alguma música.

Não pretendo outrossim fazer deste espaço uma tábua onde lavro longos textos assentes em verdades insofismáveis. Bem pelo contrário!

Aqui falarei sim, de filmes, actores, cantores, cenas e músicas, todas elas relacionadas, mas perfeitamente ciente de que o que vier a lume é somente uma mera ideia, um sentimento, no limite uma constatação.

Nada mais que isso. Espero que gostem.

A gente lê-se por aí!

 

 

 

texto de José da Xã autor dos blogs LadosAB e José da Xã. Participante nos blogs O Bom, o Mau e o FeioA Três Mãos e És a nossa Fé!

(in revista nº 0)

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