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Revista Inominável

A revista para lá da blogosfera!

Ter | 19.01.16

A Décima Arte? #2

Artes Cénicas

Vou focar-me na dança, pois admito que é bastante mais fácil de arranjar exemplos. Aliás, estando apertado em termos de espaço (as senhoras editoras vão provavelmente matar-me por estar a ocupar tanta página), vou ser directo e referir como os videojogos podem ser utilizados para nos obrigar a fazer exercício e figuras parvas à frente de amigos e colegas. Observem este vídeo do jogo Just Dance, em que o objectivo é dançar consoante é mostrado pelos bonecos no ecrã. Nunca os Europe pensaram que o Final Countdown viesse a ser usado para um propósito tão... entusiasmante? Será a palavra certa? 

Pintura.

Esta é simples. No desenvolvimento de um videojogo são necessárias imagens conceptuais para os artistas 2D ou 3D saberem o que devem modelar. Essas imagens de conceito também acabam por ser mostradas ao público como uma forma inicial de marketing. A empresa de videojogos Blizzard Entertainment tem uma secção de arte conceptual totalmente dedicada ao universo de videojogos Warcraft. Recomendo que dêem uma vista de olhos AQUI (<- é preciso clicarem, desculpem lá).

Arquitectura.

Aqui podiam escrever-se teses. Passeia-se por um ambiente 3D e não se pensa que houve um artista que teve de desenhar aquela casa com maior ou menor detalhe. Quem diz casas, diz ruas, avenidas, monumentos, cidades inteiras! Paris na revolução francesa, por exemplo! No videojogo Assassin's Creed: Unity, que se desenrola nessa cidade e nesse período, os artistas da Ubisoft deram-se ao trabalho de modelar alguns monumentos com uma quantidade bastante impressionante de detalhe. O vídeo que se segue mostra alguns exemplos, particularmente a catedral de Notre Dame, comparando a versão virtual com a real. 

Estranhamente, a arquitectura nos videojogos não toma forma só através dos desenvolvedores. Certos jogos permitem-no através dos próprios utilizadores. Dois exemplos: em primeiro, um joguinho estupidamente simples mas que revolucionou a indústria. Minecraft. O jogo não tem objectivo concreto, mas o pessoal adora o facto de poder fazer construções épicas usando só os cubos muito limitados que o jogo oferece. Vejam algumas das maluquices que estes doidos construíram à pata.

 

Segundo exemplo: The Sims 4. Neste jogo de simulação de pessoas (sim, leram bem) existe um editor de casas, no qual, mais uma vez, o pessoal com aspirações a designer de interiores se solta maniacamente. Alguns resultados são bastantes bons, mesmo assim:

 

 

Autoria: Rei Bacalhau que participa no blog O Bom, o Mau e o Feio publicado na Inominável nº 1

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